terça-feira, setembro 27, 2005

O presidente falou em democracia?

Democracia e Liberdade
Caso exista realmente “o poder do povo” que é essa tal de democracia tão comentada, deveria, naturalmente, existir a liberdade. E ela existe?! Vejamos: o indivíduo é obrigado a votar; a trabalhar durante toda a sua vida para aposentar-se muitas vezes (in)dignamente, a menos que pretenda ser um caminhante, ou pedidor, um buscador de ilusões perdidas, ou incinerador de crenças e ideais. Na hora “h” as perdas são superiores aos ganhos. Muitos, ao se aposentarem vivem um pouco mais e fenecem em cova rasa. É a vida do trabalhador pobre, cujo caixa dois é esconder o vento e colher granizo sonhando ser cristal. Utiliza a latrina às pressas comprometendo a saúde, sujando a roupa antes do tempo. O tempo se fecha entre o uso e a lavação, que apenas cessará quando criarem roupas postiças, fáceis e baratas.
Há prazer depois de tudo isso? Creio que sim. Reside nas poucas cousas e muitos casos ouvidos no dia do descanso de Deus. Pessoas que se julgam libertas das amarras não acreditam que tribunais façam com que seus pares, também escravos, tenham o destino decidido pelos tribunais de forma cruel, por terem furtado um pacote de arroz. Sabem do furto à dignidade, do roubo escancarado do capital que deveria ser público e torna-se privado, privativo. O que fazem?!
Como podemos falar de democracia plena e de direito, se de fato ela se encontra em leis subtraídas aos olhos do povo? Que democracia é essa em que as partículas do poder constituído lancham os pobres e nutrem os poderosos, aquiescendo ao mais leve sinal de “me aguarde”? Carecem do pobre para a dura arte de varrer e aos outros fica a 'dificílima' tarefa de sujar. É a democracia do que se exploda o povo em seu poder, já que é tão fácil mantê-lo com migalhas e assistencialismos. A burocracia empaca os direitos, torna deveres dos cidadãos as tarefas do Estado. A história passada obtém mais força do que a história presente, que se tornará parte da futura, mesmo que seja escrita por mãos míopes de uma democracia distorcida. Haja metáforas! Talvez a situação pudesse ser revertida para que as páginas fossem reescritas a cada dia com a visão do povo, e não apenas uma visão intelectualizada, quiçá abstrata ou idealizada, da massa que sobrevive de parcos recursos e ainda vota, e vota! Um infinito escrutinar sem tempo para sequer pensar e argüir o porquê de ter-se transformado em excrescência descompactada. Massa morta em um país onde já se tem os resultados antes de um referendo, pois na pauta do dia de trabalhadores não cabe nada mais além do trabalho. À exaustão assistem a insistência do “diga ...” e como títeres vão às urnas, prontíssimas para dizerem: “vocês decidiram” o que já decidido estava. Populismo e gastança desenfreada, para quê? Em outros pleitos inúmeros trabalhadores desistem da lembrança dos nomes daqueles que dilapidaram o patrimônio nativo. Recorrem à república 'baré'. Em um átimo, teclam os números (copiados no penúltimo papel-rascunho) daqueles que ordenaram o último pedido. Às vezes é vital esta providência, que de divina nada tem. Depois se arrependem, ou não admitem arrependimentos e defendem as manchas com bolhas de sabão.
E ei-nos aqui, traçando as linhas imaginárias do porvir, da próxima história, que chega em avião a jato.
Modesta Trindade Theodoro

segunda-feira, setembro 26, 2005

Vai te catá lá pros seus Arroyos Inclusivos! (clica aqui)

segunda-feira, setembro 19, 2005

O mensalão e o anãozinho

Roberto Jefferson alardeou o famigerado mensalão, no melhor estilo “eu sou, mas quem não é?”. Não pôde provar o valor de R$ 30 mil nem o pagamento regular a cada mês. Um comentarista de rádio chegou a sugerir outro nome: “devezemquandão”, talvez mais apropriado para a picaretagem. O certo é que o ex-deputado acabou com a aura de santidade do Partido dos Trabalhadores, agora tão comprometido quanto a maioria dos outros.
A decepção com o PT, no entanto, não é nova para nós, servidores do Município de Belo Horizonte. Experimentamos há longos e sofridos anos o desprezo e as enrolações do governo da estrela agora manchada, o mesmo que, no plano federal, está desgastado, com a popularidade em baixa, metido em várias e tenebrosas denúncias.
Se, em Brasília, os governistas não vão bem, em Belo Horizonte, para a população em geral, tem lá seus méritos. Entre eles o de colocar todo mundo na sala de aula.
Explique-se: esse “todo mundo” se refere a alunos, pois os grandes teóricos e entusiastas da Escola Plural estão correndo do diário de classe. Logo eles, professores brilhantes, detentores das receitas mágicas, das fórmulas sensacionais, dos sábios e miraculosos conselhos para fazer essa moçada assimilar algum conhecimento, não querem saber de giz. Arrumaram uma boquinha em algum canto, alguma regional, alguma gerência, alguma secretaria. Viraram burocratas, enquanto nós, raladores de sala de aula, somos “burrocratas”, incompetentes, desatualizados, conservadores. Nosso “fazer pedagógico” (que expressão mais Gilberto Gil!) não condiz com os novos tempos, época do “direito a ter direitos”. Aos alunos só se concedem direitos; a nós, somente deveres e esmolas.
Portanto, é toda nossa a responsabilidade pela evasão, pela violência, pelo mau desempenho escolar e pelo fato de a escola pública em BH – mesmo com os melhores profissionais do país – não ter dado certo. Essas mentes iluminadas (que acabaram com a enfermidade, a repetência do aluno, mas exterminaram também o doente, o aluno com competência) não têm nada a ver com isso.
A última dessa turma do partido do suposto mensalão é o anãozinho, uma gorjeta anual de R$ 700,00 para o professor trabalhar cinco dias extras neste segundo semestre. Pensando superficialmente, é uma boa: R$ 140,00 por dia de trabalho. Essa gente esperta sabe: grande parte da categoria está na pindaíba, muitos acreditamos na promessa não cumprida da Administração de negociar um reajuste quando voltássemos da greve e, convenhamos, R$ 700,00 abonando quem ganha mil pratas ou um pouco mais é algo tentador. Mesmo que somente uma vezinha em um longo ano, daí o nome “anãozinho”.
Eu preciso, Sr. Prefeito, Sr.ª Secretária de Educação, dos R$ 700,00 do anãozinho. Mas não os aceito. Continuo acreditando em Vossas Excelências. Aguardo a negociação que não houve. Espero o reajuste a que faço jus (eu também quero ter direitos!) até a época de Papai Noel, em quem também acredito. Como a falecida Velhinha de Taubaté, creio ainda na total inocência do presidente Lula, nos nobres propósitos desse partido que enche os excluídos de ilusão e de assistencialismo; que entope a nós, ainda remediados, de embromação e de raiva; e afaga os especuladores, os valérios, os banqueiros e os empresários simpatizantes com os juros estratosféricos, a superortodoxia econômica, os “recursos não contabilizados” e o espetáculo do crescimento. Este último, se não fosse virtual e se tivesse chegado ao meu bolso, seria o único benefício da sinistra esquerda brasileira.
Há 10 anos sou professor da PBH. Ingressei ganhando cerca de sete a oito salários mínimos. Hoje são quatro. Daqui a uns cinco anos, talvez sejam dois ou três. Por isso sabem que preciso do anãozinho, mas sei que necessito mais é de vergonha na cara.
Abaixo o anãozinho! Temos que ter, uma vez por ano, é recomposição salarial. Está na Constituição, está na Lei Orgânica. Se viesse a receber o anãozinho, doaria para o caixa dois do PT, para evitar que um tucanóide qualquer tire os companheiros do poder. Afinal, como uma Regina Duarte às avessas, tenho medo: tucanos podem não ser confiáveis, podem ser elitistas, neoliberais, podem detestar o funcionalismo, podem desejar que o ensino público se exploda, pois seus filhos estão nas escolas bacanas. Têm, no entanto, o mérito da coerência.
Sou melhor que Roberto Jefferson. E não estou à venda. Tenho provas da existência do anãozinho de R$ 700,00. Saiu no Diário Oficial do Município. Denuncio essa humilhação pública. Isso é pior que se aliar a Valdemar da Costa Neto, é pior que condecorar Severino Cavalcanti, é pior que Delúbio Soares, é pior que Escola Plural. Não condeno, porém, os colegas que receberem o anãozinho em janeiro. Apesar de ser lambujem, é dinheiro honesto, ao contrário do que vários petistas receberam. Mas é nossa total rendição.
Finalmente, registro que, embora repudie o anãozinho, a culpa por essa situação também é nossa, dos professores municipais. Quem ajudou a colocar os petelhos no poder e elegeu os sindicalistas que ficavam enterrando FHC e agora enterram a nós mesmos? Por nossa causa, de derrota em derrota, a categoria não tem mais brio nem muito crédito junto à sociedade. Alguns não o têm nem nas Casas Bahia. Se aceitarem o anãozinho, o deslize é perfeitamente perdoável. Afinal, enquanto não chega o país de todos, salve-se quem puder.
Pedro Jorge Fonseca

domingo, setembro 18, 2005

Farra do PT, eu já sabia !! Marta Suplicy

Farra do PT

Reportagem do jornal O Estado neste domingo revela, com base na íntegra da prestação de contas do PT ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2003, que a farra de gastos patrocinada com recursos do Fundo Partidário - abastecido com dinheiro público - está longe de se limitar às passagens aéreas para parentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Antonio Palocci.

Um exame atento da documentação mostra que o PT costumava bancar jatinhos particulares para dirigentes partidários e para a então prefeita de São Paulo Marta Suplicy - e pagou pelo menos uma viagem do marido dela, Luis Favre, a Paris (ao custo de R$ 17.700). Além disso, financiou despesas de três dos envolvidos nas investigações das CPI dos Correios e do Mensalão, entre eles José Adalberto Vieira da Silva, preso com US$ 100 mil na cueca.

As notas fiscais, recibos e cheques anexados à prestação de contas do PT em 2003 mostram que o pagamento de aluguéis de jatos executivos com dinheiro do Fundo Partidário era rotina. A maioria das notas não indica quem viajava nas aeronaves, mas algumas discriminam como passageiro o então presidente da sigla, José Genoino.

Viagens misteriosas

Entre as viagens misteriosas, está uma de Brasília a Ribeirão Preto, cidade do ministro Palocci. Se o PT não discriminou quem embarcou no jatinho, a JMSS Representações Aeronáuticas, empresa que emitiu a nota fiscal, foi ainda mais vaga. Não registrou a data da viagem nem o prefixo da aeronave. Só indicou o percurso Brasília Ribeirão Preto/Brasília e o valor de R$ 8.520.

A prestação de contas do PT mostra dois grandes pagamentos à Líder Táxi Aéreo, que realizou a maioria das viagens, em março de 2003. Um de R$ 96 mil e outro de R$ 58 mil. As notas mostram viagens por todo o País. Na prestação de contas de 2004, esses gastos continuaram. O PT declarou ter pago 43 notas fiscais à Líder, que somam cerca de R$ 800 mil.

Partido tenta se defender

Procurada pelo jornal O Estado, a assessoria do PT afirmou que o partido “cumpre rigorosamente as exigências legais na destinação dos recursos do Fundo Partidário. Não há qualquer impedimento legal para custear despesas de interesse partidário com recursos do Fundo”. A assessoria também informou que a viagem de Marta atendeu a uma “agenda partidária”.

sexta-feira, setembro 16, 2005

O DRAMA DO SERVIÇO PÚBLICO E DA PBH

O DRAMA DO SERVIÇO PÚBLICO

ADIB D. JATENE - São Paulo, sexta-feira, 16 de setembro de 2005 FOLHA DE SÃO PAULO

O drama do serviço público foi deflagrado em pleno período revolucionário, no governo Castello Branco. Até então, os cargos de direção, os de maior responsabilidade, eram de carreira, ocupados por funcionários selecionados em concursos de acesso e que tinham não só o conhecimento pelos longos anos de serviço mas também a competência reconhecida por seus pares. Só podiam ser removidos por processo administrativo. Podiam dizer "não" sem correr o risco de demissão. Gozavam de estabilidade, assegurando que administrações transitórias não fossem capazes de desorganizar e promover a descontinuidade dos serviços.
Em algumas situações, em vez de cargos em comissão, o melhor seria chamá-los de cargos para receber comissão

As novas administrações periodicamente eleitas podiam redirecionar ações e contar com assessoria competente e eficiência técnica dos servidores, verdadeiros profissionais de carreira. Lembro-me que o diretor-geral da Secretaria da Saúde do governo de Adhemar de Barros foi afastado por Jânio Quadros, que, por não conseguir que a Justiça lhe desse respaldo, teve de readmitir o funcionário.
Essa garantia de estabilidade foi perdida quando foram extintos os cargos mais altos e mais bem remunerados do serviço público. A carreira do servidor encerra-se no nível de chefe de seção. Daí em diante, todos os cargos passaram a ser exercidos em comissão e por livre provimento. Isso significa que aqueles que comandam a estrutura perderam a estabilidade e podiam ser removidos livremente e substituídos por meio de indicação política da autoridade eleita e, portanto, transitória. Os cargos passaram a ser propriedade das cúpulas dos governos nacional, estadual e municipal. Pessoas inexperientes na administração pública e que nunca pertenceram ao funcionalismo passaram a ser indicadas para posições de comando da estrutura administrativa. Passados 40 anos dessa nova estratégia de preenchimento de cargos de direção da estrutura e entidades de economia mista, chegamos ao caos atual, também expandido às estatais, outra criação do período revolucionário. Cabe aqui uma consideração, que já explicitei, há algum tempo, em artigo neste jornal, sobre a diferença entre serviços públicos e privados.Na iniciativa privada, a cúpula é permanente. Os objetivos de longo prazo são traçados e cuida-se, por meio de administração eficiente, para que eles sejam atingidos, sob risco de perda até do patrimônio. A estrutura depende da eficiência e sabe disso. A estabilidade fica diretamente vinculada ao desempenho.
No serviço público, a cúpula é transitória, dependendo de eleições e freqüentemente com sucessores antagônicos. As eleições criam conflitos e deixam seqüelas que se refletem no abandono de projetos e lançamento de novos, nem sempre vantajosos e sem garantia de continuidade. Quando são traçados objetivos de longo prazo, não se tem como garantir a sua continuidade. Ministros e secretários raramente se mantêm no cargo por quatro anos.O comando da estrutura, que deveria ter estabilidade e competência, passa a ser de livre nomeação, servindo ao cumprimento de acordos políticos, vinculados ao apoio parlamentar, que contemplam pessoas ligadas a quem comanda a área, geralmente uma figura da classe política.Essas pessoas, que ocupam os cargos mais bem remunerados da estrutura e com poder de decisão, freqüentemente não têm experiência do serviço público e nem o conhecimento do setor que vão comandar. Sabem que são transitórias, buscando, muitas vezes, tirar benefícios para si e para quem as indicou. Não é fora de propósito dizer, em algumas situações, que, em vez de cargos em comissão, melhor seria chamá-los de cargos para receber comissão.
Estamos vivendo um momento que dá respaldo a essa colocação. Todas as irregularidades no serviço público excepcionalmente têm como responsáveis os servidores de carreira, que, na estrutura, atingem no máximo chefia de seção. Praticamente, todas as irregularidades são praticadas pelas pessoas indicadas politicamente, transformando o comando do serviço público não em uma estrutura profissionalizada, competente e estável, mas numa estrutura amadorística, ocupada por quem não conhece a área que passa a administrar e, pior, que sabe por antecipação que a sua situação é transitória.
Quando o ministro Luiz Carlos Bresser-Pereira anunciou a quebra indiscriminada da estabilidade, eu me manifestei defendendo que o setor público precisava de reconstrução da carreira do servidor, assegurando a ele a possibilidade de acesso às posições mais graduadas e a certeza de que poderia dizer não às reivindicações inadequadas sem correr o risco de ser demitido.
A perspectiva de atingir as posições mais elevadas e mais bem remuneradas na hierarquia do serviço público atuaria como estímulo, capaz de reacender o entusiasmo e contribuir para maior eficiência da administração pública.
Nenhum país pode subsistir e evoluir sem um serviço público eficiente, ético e estável. A opção seria a estabilidade da cúpula, capaz de gerar uma das diferentes formas de ditadura, o que ninguém com consciência democrática deseja.

Adib D. Jatene, 76, cardiologista, é professor aposentado da Faculdade de Medicina da USP e diretor-geral do Hospital do Coração. Foi ministro da Saúde (governos Collor e FHC) e secretário da Saúde do Estado de SP (governo Maluf).

quinta-feira, setembro 15, 2005

IMPORTANTE PARA VOCÊ QUE NÃO TEM ARMAS, NEM PRETENDE TER.

>
>
> Em Outubro haverá um referendo onde você deverá votar
> (voto obrigatório) sobre a proibição da venda e
> comercialização de armas e munições pelo cidadão
> brasileiro.
>
> Na prática, será definido se O CIDADÃO BRASILEIRO TERÁ
> DIREITO À LEGÍTIMA DEFESA .
>
> Você não tem armas. OK
> Você jamais usaria uma arma para atirar em alguém. OK
> Você acha perigoso e não quer uma arma em sua casa. OK
> Você não pretende ter armas. OK
>
>
> MAS VAMOS IMAGINAR UMA SITUAÇÃO COMUM EM NOSSAS
> CIDADES HOJE...
>
> Você vai concordar comigo que no caso de um marginal
> invadir sua casa no meio da noite e começar a arrombar
> sua porta, você ficaria muito feliz que a policia
> chegasse imediatamente e o prendesse. Concorda?
>
> Você vai concordar comigo que a policia não tem
> condições de fato hoje de atender a todos os chamados
> e ocorrências no tempo desejado.
> Concorda?
>
> Você vai concordar comigo que, em geral, a policia
> chega DEPOIS do assalto acontecer. Concorda?
>
> Você concorda comigo que, num caso como este, seu
> instinto seria de correr para uma janela a chamar por
> socorro. Concorda?
>
>
> Agora lhe pergunto: SE A POSSE DE ARMAS FOR
> PROIBIDA... DE QUE VAI ADIANTAR VOCÊ GRITAR POR AJUDA
> ???????
>
>
>
> NENHUM DE SEUS VIZINHOS PODERÁ LHE AJUDAR !!!!!!
>
> E O BANDIDO SABERÁ DISTO!!!
>
>
>
> Agora imagine alguém seguindo sua filha a caminho da
> faculdade... Imagine um maníaco a atacando e jogando-a
> e m um terreno baldio... Imagine sua filha gritando
> por socorro...
>
> E agora, imagine que NINGUEM poderá ajudá-la!!! ( a
> não ser telefonar para o 190 e aguardar...
> aguardar...)
>
> E O BANDIDO SABERÁ DISTO!!!
> Sua ÙNICA alternativa será deixar sua família à mercê
> de bandidos, estupradores e assassinos enquanto espera
> pela policia.
>
> O PROBLEMA NÃO É VOCÊ NÃO TER ARMAS, MAS OS CRIMINOSOS
> SABEREM QUE NINGUÉM TEM!!!
>
>
>
> Mesmo que você não queira ter armas, ache-as perigosas
> e tenha receio de te-las em casa...
>
>
>
> VOCÊ VAI CONCORDAR COMIGO DE QUE É MELHOR QUE OS
> BANDIDOS NÃO SAIBAM DISSO!!!
>
>
>
> Para ilustrar melhor... Se você realmente é a favor do
> desarmamento, antecipe-se e coloque o cartaz abaixo no
> seu portão. Cole-o na portaria de seu prédio, fábrica,
> casa de campo, vidro do carro. .
>
>
> EU SOU DA PAZ NESTA CASA NÃO EXISTEM ARMAS! Não vou
> reagir.
>
>
> PARE! PENSE! Você realmente vai querer depender
> unicamente da ação da policia como ela é hoje?
>
> PARE! PENSE! Não é estranho que os deputados e
> senadores que promovem o desarmamento NÃO SERÃO
> OBRIGADOS A SE DESARMAR??? Eles aprovaram um texto que
> permite a eles continuar com suas armas. Ou seja... a
> vida da família deles é mais importante que a vida de
> sua família. Você concorda com isso????
>
>
>
> Dia 23 de outubro, VOTE 1, VOTE NÃO! VOTE NÃO À
> PROIBIÇÃO!

Fundo partidário pagou até pizza

Lembro-me dos meus tempos de PUC MG, um grupo significativo do DCE ( PT e PC do B ) ,gastando dinheiro de fundo de matrículas de alunos com festinhas " PRIVÊ " "elles" se consideravam os únicos politizados do bairro do mundo e hoje, são militantes pagos em orgãos do governo municipal, ( Gerentes ) Falta pouco para a mascara cair, pode demorar mas cai em BH e na PBH.



DIÁRIO DA TARDE - 15/09
Escândalo - Fundo partidário pagou até pizza

PT usou dinheiro público - destinado a cobrir despesas partidárias - com passagens, hotéis e até banquetes, conforme prestação de contas feitas à Justiça Eleitoral

O uso do fundo partidário do PT acabou em pizza. Literalmente. Na prestação de contas apresentada pelo Partido dos Trabalhadores à Justiça Eleitoral, referente às despesas com o fundo partidário em 2003, sobram gastos dos dirigentes petistas com refeições em pizzarias e outros restaurantes. Tudo pago com o dinheiro destinado pelos cofres públicos para cobrir as despesas do partido.

Incluídas na prestação de contas do partido, as despesas do PT com alimentação são altas. Um recibo dado pelo Hotel Transamérica de São Paulo, por exemplo, descreve o gasto de R$ 84.024,50, com o pagamento de banquetes . A emissão dessa nota é de 17 de maio de 2004. Somado ao valor pago ao hotel pelo uso de salas do hotel (R$ 102.510) e a outras taxas de serviço, esse gasto custou ao PT a salgada quantia R$ 188.622,20. O PT utilizou recursos desse fundo para pagar viagens para Brasília dos filhos do presidente Lula e da filha do ministro da Fazenda, Antônio Palocci.

Legal

Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disseram ontem, em caráter reservado, que em princípio não há ilegalidade no fato de o PT ter pago comida com dinheiro do fundo partidário. Um dispositivo da Lei 9.096, de 1995, estabelece que os recursos oriundos do fundo partidário poderão ser aplicados para pagamento de pessoal.

Segundo eles, a compra de alimentos para funcionários e dirigentes, durante encontros e reuniões, poderia ser enquadrada nesse dispositivo. Para verificar a legalidade ou não do uso do dinheiro do fundo, um ministro afirmou que seria necessário saber quem se beneficiou do gasto, o que é praticamente impossível de comprovar.

Na prática, o sistema adotado pelo PT nos anos de 2003 e 2004 foi utilizar o fundo partidário para pagar viagens de seus dirigentes ou representantes e custear também com essa mesma fonte de recursos todos os gastos com alimentação.

NA CÂMARA

Há gastos registrados até mesmo no agora famoso restaurante do 10º andar do anexo 4 da Câmara, de propriedade do empresário Sebastião Buani. A prestação de contas do PT para a utilização do fundo partidário apresenta uma nota do estabelecimento, de 22 de maio de 2003, no valor de R$ 14,65.

Uma nota da Panificadora Silveira Martins, de 18 de março de 2003, lista um café da manhã reforçado: Red Bull (uma bebida energética), pão de banha e café.

domingo, setembro 11, 2005

O Grito - Jornal Hoje em Dia - 11/09

Jornal Hoje em Dia
Belo Horizonte, MG, Brasil, Domingo 11/09/2005

O grito

Pára na garganta o 'Grito dos Excluídos'. O povo sai às ruas e assiste desfiles de armas, carros e militares; de políticos que se julgam além dos homens; de alunos e alunas com camisetas escolares; de avenidas recém-recapeadas para os desfiles nas cidades dos brasis. Os símbolos da pátria avançam, e nós atrás: símbolo da miséria humana que se agrupa. Bandeira puída. E ainda haverá plebiscito: um basta às armas de fogo! Antes dele, a elipse do início de setembro, pois os meninos e meninas da pátria as viram em todos os desfiles oficiais até hoje. O povo desunido é sempre vencido pelos sumos que se dizem sacros e pelos patriotas de 'dupla personalidade'. Tendas são armadas e há debates. Querem imitar Sócrates na Ágora, porém bem sabemos que esdrúxulas são certas imitações. O Grito está mais para o talvegue (linha sinuosa no fundo de um vale, que divide os planos de duas encostas) do que para a independência. Liberdade a proletários? Nem que tardia! Só lamento. Ou luto?
Modesta Trindade Theodoro

quarta-feira, setembro 07, 2005

O FIM do DÉCIMO TERCEIRO (13)

REPASSANDO...

Vocês podem perder muito mais do que imaginam com a representação na midia do chamado mensalão.
Fiquem de olho aberto.

Assunto: URGENTE !!

Olho vivo, faro fino !
O que eu sei é que,enquanto a gente se distrai com estas CPIs o Congresso
continua votando, outros assuntos de nosso interesse e a gente nem
percebe...vejam essa:

Fim do 13º já foi aprovado na Câmara (PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB
Data: Mon, 25 Jul 2005 08:52:14 -0300


Para conhecimento, fim do 13º salário já foi aprovado na Câmara para alteração do
art. 618 da CLT.
Já foi aprovado na Câmara e encaminhado para o Senado.
Provavelmente será votado após as eleições ,é claro...
A maioria dos deputados federais que estão neste momento, tentando aprovar no Senado o Fim do 13º salário,
inclusive da Licença Maternidade e Férias (pagas em 10 vezes)
é do PFL e PSDB. As próprias mordomias e as vergonhosas ajudas de custo de todo tipo que recebem, eles não cortam.
Conheça a cara dos safados que votaram a favor deste
projeto em todo Brasil.
Por favor, repassem para o maior número de pessoas

INOCÊNCIO OLIVEIRA-PFL
JOEL DE HOLLANDA-PFL
JOSÉ MENDONÇA BEZERRA-PFL
OSVALDO COÊLHO-PFL
ARMANDO MONTEIRO-PMDB
SALATIEL CARVALHO-PMDB
PEDRO CORRÊA-PPB
RICARDO FIÚZA-PPB
SEVERINO CAVALCANTI-PPB
CLEMENTINO COÊLHO-PPS
CARLOS BATATA-PSDB
JOÃO COLACO-PSDB
JOSÈ MÙCIO MONTEIRO-PSDB

DIVULGUEM!!!
Vcs que são assaláriados!
Algum desses calhordas é candidato de vcs?Vão votar neles?
Olho vivo, faro fino pessoal!


PMLF/
ATO EM BELO HORIZONTE REÚNE 2.500 E INICIA PROTESTOS NOS ESTADOS

Governador Aécio Neves (PSDB) e prefeito Fernando Pimentel (PT) também foram alvos dos manifestantes

André Valuche e Lívia Furtado

Na quinta-feira, dia 1º de setembro, cerca de 2.500 pessoas participaram do protesto ‘Minas vai às Ruas’, contra a política econômica do governo e pelo Fora todos os corruptos. Foi o primeiro dos muitos protestos que a Conlutas irá realizar nas capitais, após a marcha do dia 17 de agosto. Os próximos serão no Rio de Janeiro, no dia 14, e em São Paulo, no dia 15.

Os manifestantes começaram a se concentrar a partir das 14h, faixas e cartazes contra a corrupção, contra as reformas neoliberais Sindical, Trabalhista e Universitária, exigindo verbas para educação e para a saúde. Havia bonecos e máscaras do Lula, Roberto Jefferson e Zé Dirceu, um boneco da CUT dentro de um caixão e enormes “Sandálias da Honestidade”.

A Praça da Rodoviária, aos poucos, foi ficando tomada. Eram estudantes secundaristas e professores, que vinham em caravanas das escolas, convocados pelo SindUTE de Belo Horizonte. Também haviam muitos universitários, principalmente da UFMG, onde o DCE fez uma grande divulgação. Diversos ônibus chegavam do interior, trazendo metalúrgicos, trabalhadores rurais, servidores e estudantes. Há cerca de duas semanas, desde que o ato foi marcado, sindicatos de cidades do interior, como Pirapora, Governador Valadares, Viçosa, Uberlândia, Itabira e Divinópolis, preparavam caravanas, arrecadando dinheiro para o transporte. Da vizinha Contagem, uma forte delegação marcou presença, com destaque para os metalúrgicos. Os sem-terra estiveram presentes. Diante de um governo que mantém a reforma agrária paralisada e do mar de lama que toma conta de Brasília, o MST de Minas assinou a convocatória do protesto e um ônibus trouxe um grupo de sem-terra para o protesto. Do Triângulo Mineiro, vieram integrantes de outro movimento, o MTL (Movimento Terra e Liberdade). Assim como haviam anunciado no encontro da Conlutas, em Brasília, o grupo uniu-se ao ato com uma faixa escrito: “MTL é Conlutas”.

Contra todos os corruptos

Na passeata, os discursos denunciavam a corrupção e a política econômica do governo Lula, mas também a situação dos trabalhadores mineiros e a corrupção no estado. O governador Aécio Neves (PSDB) aplica uma política de arrocho absoluto e os serviços de saúde e educação estão totalmente sucateados. É a política de cortes sociais para o alardeado “Déficit Zero”, uma repetição do que faz Lula para manter o superávit primário.

No município, Fernando Pimentel mantém uma administração petista com denúncias de corrupção e atrelada aos interesses do empresariado (principalmente empresas de ônibus e lojistas), colocando a polícia contra as lutas, como as de ambulantes, de perueiros e pelo passe-livre. “É intolerável o que o prefeito de BH tem feito. Espancou trabalhadores para favorecer os donos de lojas. Esse é o prefeito do Partido dos Trabalhadores”, disse Robson, do Sindibel.Foi esta mesma polícia que os manifestantes encontraram ao chegarem à Prefeitura, depois de caminharem pela Avenida Afonso Pena. Sob pedido do prefeito petista, o prédio foi fechado e cercado por policiais, o que não impediu a realização de um grande ato. Não ao acordão

A maioria das intervenções destacou a necessidade de avançar nos protestos contra a corrupção e o governo Lula. Para Zé Maria, presidente nacional do PSTU e um dos coordenadores da Conlutas, “Se não sairmos às ruas, o que vai acontecer é uma grande pizza! É fundamental a luta contra a corrupção, e ela sempre vai existir no capitalismo. Por isso a luta também é para derrubar as políticas econômicas, a reforma Sindical e Trabalhista”.

Júlia Eberhardt, da Conlute, denunciou a tentativa do governo e da oposição de direita de tentarem pôr fim à crise e convocou as pessoas a seguirem lutando. “CPI não vai dar em nada, é ladrão querendo derrubar ladrão. A única coisa que vai mudar o País é o povo nas ruas”.

A necessidade da construção de uma alternativa para a organização dos trabalhadores foi destacada por Giovani, do Sintape, Sindicato que representa os prestadores de serviço de Belo Horizonte. Ele foi muito aplaudido, ao anunciar que seu sindicato estava rompendo com a CUT governista.

Revolta

Outro ponto alto foi quando representantes da Associação dos Auditores Fiscais do Trabalho de Minas Gerais (AAFIT/MG) se uniram ao protesto. Os auditores haviam acabado de realizar um protesto contra o Supremo Tribunal Federal, que concedeu habeas corpus ao fazendeiro Norberto Mânica, acusado de ser o mandante do assassinato de três auditores fiscais e um motorista em Unaí, em janeiro de 2004. O crime, que chocou o país, já completou 583 dias. Na ocasião, os auditores investigavam denúncias de trabalho escravo na região.

sexta-feira, setembro 02, 2005

Woodsom, Klauss, Representantes de escola, Cadê vocês??? Vamos mostrar que existe vida inteligente na rede - WEB e na Rede - Municipal de Educação????

Prof. Geraldinho.
Imaco - terceiro turno.