quinta-feira, junho 30, 2005

FÉRIAS PRÊMIO

As férias prêmio são um direito do professor e dos demais servidores públicos municipais. Está previsto em lei, que depois de dez anos de serviço o servidor faz juz a seis meses de férias remunerada, que ele pode gozar ou vender.

O direito no caso da PBH se torna um engodo: as pessoas ganham mas não levam. Eu e muitos colegas fizemos dez anos de trabalho no início de 2003 e até hoje, apesar de termos feito a opção por vender as férias prêmio, passados já 18 meses, não vimos a cor do dinheiro.

Ainda inventaram um atalho (tipo beija mão) para alguns furarem a fila. Funciona assim: você faz uma solicitação formal chorando suas mágoas, expondo suas mazelas e entrega na Secretaria de Planejamento. Um Gerente, da confiança de Pimentel e que portanto não pode ser da confiança dos servidores, avalia e paga a quem ele acreditar ser justo.

VOCÊ ACREDITA QUE OS AMIGOS DESTE GERENTE ESPERAM NA FILA POR DEZOITO MESES? E OS CRÍTICOS DA ADMINISTRAÇÃO (QUE SERÃO JULGADOS PELO GERENTE ESCOLHIDO PELO PIMENTEL)QUANTO TEMPO TERÃO QUE ESPERAR?

Pimentel, bom de papo e ruim de serviço, promete mas não cumpre. Este mesmo prefeito que hoje recebe 14 salários anuais e recebeu aumento de 59% não paga nossas férias prêmio. Imagine alguém que esteja no cheque especial (R$500,00, por exemplo). Se este permanecer por dezoito meses ( com uma taxa 8% ao mês), sem muito detalhamento (calcular juros sobre juros e outras taxas bancárias etc), terá pago de juros a módica quantia de R$720,00. Isto tendo bom recurso a receber da PBH (seis vezes seus salário sem maiores descontos).

Se você tem férias prêmio a receber, entre em contato e vamos organizar um grupo para acionar a PBH na justiça. Vamos procurar receber cada centavo que Pimentel nos deve.Inclusive os juros.

VAMOS ENVIAR ESTA DENUNCIA PARA A IMPRENSA E PARA OS VEREADORES DE OPOSIÇÃO A PIMENTEL.

Um abraço a todos e não desanimem que este tempo vai passar. Nós o faremos passar a força. Prof. Geraldinho de Paula Corrêa.
IMACO - terceiro turno.

4 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Kdê meu dinheiro, Pinoquel safado?

10:07 AM  
Anonymous Modesta Trindade Theodoro said...

Professor Geraldinho, li o seu texto no jornal "O Tempo" do dia seis de junho . Já tinha tido o prazer de lê-lo no blog criado pelo professor Woodson. A licença-prêmio por assiduidade (ou férias-prêmio) realmente merece destaque. Ouvi rumores de que ela vai acabar. Antecipo que poderá ser um imbróglio, para que fiquemos mais atordoados do que estamos. Atordoados por saber que aos poucos retiram tudo aquilo que conquistamos. Um dia descobriremo-nos pelados e fartos. Se realmente os trabalhadores estivessem fartos hoje, você acha que haveria tantos fura-greves? Ainda há os inescrupulosos que têm imenso prazer em criticar quem luta (deve ser bem fácil rir por detrás do cortinado). No entanto, mais defesa e destaque são necessários ainda para que aqueles que estão no poder evitem retirar nossos direitos, conquistados a duras penas.

6:59 AM  
Anonymous Modesta Trindade Theodoro said...

Erramos
O texto do professor Geraldinho foi publicado no dia seis de julho e não junho.

7:18 PM  
Anonymous Anônimo said...

A publicação do texto de um professor no jornal nos dá a dimensão de nossa força e capacidade. Se cada professor e professora dedicar um certo tempo para investigar, esclarecer e até mesmo denunciar para a opinião pública, as questões relevantes da cidade, nossos adversários não dormirão tranquilos.

5:19 PM  

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